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DIY: t-shirt de caveira

Fazia bastante tempo já que eu vi essa foto com a t-shirt descoladíssima da Sabrina Sato. Lembro que na época eu tinha amado o modelo e fiquei pensando se conseguiria fazer uma, mas não incluí a foto no Pinterest e acabei esquecendo…

Sabrina

Até que um belo dia (que também já faz tempo), dei uma passadinha na Zara do Shopping Villa Lobos e me deparei com a tal da t-shirt! O corte era um pouco diferente, sem mangas. Infelizmente (ou seria felizmente?) não tinha a minha numeração na cor que eu queria: preta (nem a branca, na verdade) . Eu esqueci de tirar fotos pra mostrar como era a da Zara – so sorry!. O preço? R$ 69,90, se eu não me engano.

Acontece que quando fico obcecada com alguma coisa, é difícil tirar da cabeça: e depois de ver a blusa ao vivo, a obsessão voltou! Então eu decidi tentar fazer. Fui até a Hering mais próxima, comprei uma t-shirt básica tamanho XG (por R$ 21,99) e vejam só algumas fotos do making of e uma de como ficou:

DIY T-Shirt de Caveira

Instagram

Não tem muita dificuldade (eu não tenho super coordenação e consegui, então você também consegue!): basta cortar o molde, desenhar na camiseta e recortar. Achei o molde que eu fiz meio pequeno e acabei cortando no olhômetro mesmo! Depois, recortei bem rente à costura da gola, mangas e barra. Daí achei que ficou pouco cavada e cortei maaaais a gola e a manga! rsrs

E aí, gostaram? Usariam? Eu adorei e uso direto!!!

Se alguém também tentar fazer, quero ver! Manda foto pro e-mail do blog: conversasdamesaaolado@gmail.com

Beijos e até a próxima!

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Todos somos Amy

Todos somos talentosos.

Temos talento em costurar abraços ao redor de quem gostamos. Fazer minar sorriso de onde estava vertendo lágrima. Temos o talento de disfarçar a dor e dela brotar consolo pro outro, mesmo quando temos pouco até para nós. Temos o talento de nos trancarmos em nossos afazeres diários por uma remuneração ingrata .Não importa o quanto ganhe. Pode achar que ganha muito ou o justo. O quanto vale sua vida? Sim. SEMPRE será um preço ingrato que nos vendemos.

Temos o talento da crença. O dom. É um dom acreditarmos no outro. No porvir, no invisível e ainda mais difícil: acreditarmos em nós.

Temos o talento musical. Cada célula está conectada com um som que nos faz bem. Não precisa ser exímio dançarino ou manifestar seus dotes “afinados” no banheiro, somente. Temos o talento embrionário de conectividade com música que cura, que nos traz de volta, que nos deixa acontecer.

Todos somos suscetíveis à loucura plena.

Todos nós um dia enlouquecemos de amor. Ou mesmo que não foi de amor, enlouquecemos.

Tenho quase certeza que a maioria de nós chorou uma noite inteira ou a maior parte dela e chegou a pensar que não tinha mais saída. Motivo? Você com o seu, eu com o meu, ela com o dela. Tivemos. Todos nós questionamos o bem e o mal. E os porquês nos visitaram. Mesmo que por frações de segundo, todos tivemos interrogações perturbadoras.

Todos temos medo.

Medo de barata, da grana não dar contar de tudo, do nosso cachorro morrer… De não agradar a pessoa que estamos beijando, de cair no meio da rua e passar vergonha. De perder nossos pais, de manchar a unha ao sair da manicure. De ficar pra sempre desempregado, de sermos assaltados violentamente, de que chova e estejamos sem guarda chuva. De sermos os únicos numa festa à fantasia COM fantasia. De nosso sorvete preferido cair no chão assim que acabamos de comprar. Da balança mostrar 5kg a mais. Do nosso amor nos deixar. De amigo nos magoar. De envelhecer sozinho. Da gente não acertar.

Todos arriscamos nossas vidas.

O danone estragado, o porre mal controlado, o remédio auto medicado, a corrida no farol amarelo, a queda perto de uma quina, a falta de filtro solar. A brincadeira perto da escada, a maldade alheia, a inveja do outro. O salto do pára-quedas, a transa boa e desesperada que ‘não dá tempo’ da camisinha, o elevador fora do andar, a infecção do estômago mal cuidada, a droga que ‘nem é’ tão droga assim. Eu me arrisquei, Marinalva se arriscou, Seu Rodrigues – sempre tão precavido – não trocou a mangueirinha do gás já vencida. Todos nos enxergamos (inconscientemente???) imortais.

Um ano que Amy Whinehouse morreu. Qual a diferença entre nós e ela?

“Todos somos talentosos
Todos somos suscetíveis à loucura
Todos temos medo
Todos arriscamos nossas vidas
Todos somos Amy”

Saudade. E que a paz finalmente a tenha encontrado.

Beijos e muita luz a todos!

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O que aconteceu com a gente?

O que aconteceu com a gente, né?

O que será que aconteceu com nossa espécie?

Eu me preservei o direito de ficar sozinha afetivamente, sem laços, sem outras descobertas, sem suspiros. Eu optei de verdade por que queria sentar com a Selma e saber dela. Saber lá no fundo quem ela era e pousar um pouco aquela coisa de ser adaptável, de agradar, de encaixar-se na ideia que o outro faz dela. Ideia, como o nome próprio nome diz, é idealização. Não é real. To quieta e tranquila como há muito não estava. Com coração em águas calmas. Ouço músicas de amor, cantarolo e não penso em ninguém. Sério, cara! Faz muito tempo que eu não fazia isso (será que eu já fiz? Dúvida agora…). Isso eu chamo de minha maturidade ,não imponho que seja, mas na minha perspectiva pessoal é.

E tenho acompanhado e visto tantas coisas desesperadoras que me assombram.

A necessidade absoluta de mudar o status no facebook tem feito as pessoas tropeçarem nas outras para terem qualquer tipo de relacionamento. Mesmo mediano. Mesmo que você note claramente que a coisa não emplaca. Que é apenas para não ficar sem par quando a turma sai ou para estar dentro do grupo que tem alguém. Mas ter alguém é o que, será? Não acho que seja só mostrar para os outros. Eu penso que vai além disso. Não de raiz utópica, mas sabe… A coisa de ser natural. De acontecer em 1 mês, 1 semana ou 2 dias, mas ser de fato REAL. O desespero é latente do TEM QUE DAR CERTO , de ter uma relação para nutrir o “amor” porque ainda seguem exigências de padrão social. Acho tão penoso isso. Perder o tempo de duas pessoas para mostrar-se de acordo.


O clichê “arrume seu jardim para que as borboletas venham” sempre soou piegas para mim. Eu não escondo minha breguice romântica de ninguém. De gosto por Roberto Carlos ou por gostar de flores e surpresas. Mas aos poucos passei a entender. Como se alguma coisa me puxasse de volta ao banco de aprendizagem toda vez q eu tentava sem estar pronta. Eu não estava, sabe. Deleguei poder ao outro para me fazer sofrer de algum modo. E quando se está repleta de si, você não delega esse poder a ninguém, ele é só seu. Além disso, cometi o erro de dar além do que recebia. Doar-se para ser aceita. E obviamente sem a devolutiva, o vazio. O erro não foi do outro ou se foi, foi menor que o meu. Eu rifei meu carinho, minha paixão, meu tempo. Eu que etiquetei preço, logo deram o que aceitei. Talvez empelida por essa mesma atmosfera lamentável que ainda estão em algumas pessoas de TER QUE.

Hoje, trazida de volta ao banco da aprendizagem entendo melhor a frase que citei. 

Arrumar o jardim é não menos que plantar sementes. As sementes tem que morrer para o novo florescer. Concordem que não deixa de ser um sepultamento. Enterrar sementes e sufocá-las em terra para o novo dar a graça é uma forma de sepultar. Essa é a coisa. E enquanto estão ali, germinando, estou procurando regá-las com cuidado. Vendo exatamente o que cada coisa em meu jardim precisa. Sabemos que o que é bom pra uma planta não é para a outra. Por muito tempo dei para minhas florzinhas e meu plantio o mesmo que o vizinho usava e errei. Secaram, morreram. E esse processo todo doeu absurdos,mas ontem mesmo falei do padre Fábio Melo que falou ” Só conhecemos verdadeiramente a essência das coisas à medida que as purificamos. O mesmo acontece na nossa vida. Nossos valores mais essenciais só serão conhecidos por nós mesmos se os submetermos ao processo da purificação”.  E tenho visto verdade nisso. Dói. Dá trabalho e às vezes certa angústia. Mas devagarzinho e sem pressa, vou consertando tudo por aqui. Assim, sozinha e fazendo as pazes comigo.

Eu espero que eu adube bem as coisas agora. Que as borboletas que vierem agora, fiquem. Ainda que não vierem que eu não me desrespeite de novo como vejo lamentavelmente tanta gente fazendo. Romances apelativos, pobreza de sentimento, encaixes forçados.

Espero que nossa espécie volte a ser o que era um dia… Volte a gostar de si .

Volte a mexer na sua terra. Volte a mexer no seu barro e aí sim, entender-se antes para depois saber de outro amor que não seja o seu.

Beijos e muita luz a todos!

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DIY: Pérolas!

Se tem uma coisa que eu ADORO é colocar a mão na massa e criar algo exclusivo para mim ou para dar de presente. Acho demais quando alguém elogia algo que eu fiz com tanto carinho… Sempre que tenho um tempinho, invento algo novo para fazer (o que as vezes é deixado um pouco de lado, devido à correria, mas eu retomo e termino quando dá). E, como não faltam ótimos blogs de DIY por aí, sempre que encontro algo legal, eu guardo no Pinterest (já falei dele aqui) para fazer ‘quando der’.

Esses dias eu lembrei que separei alguns DIY de pérolas que estou louca para fazer (e né, sem tempo, for now) e resolvi compartilhar eles com vocês, inspirada pelo post sobre pérolas que a Bia postou aqui (clique na imagem para abrir o link):

Grampos de pérola Chanel inspired, no Honestly… WTF

Gola Avulsa de pérolas, no Because I’m Addicited

T-Shirt com gola de pérolas, no Love Maegan

Blusa Vintage com pérolas, por Melinda Souza

E aí, quem se arrisca?

Beijos e até a próxima!

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Tenha fé!

Nunca saberemos o real objetivo da vida. Dessas coisas que acontecem alheias à nossa vontade. Tem religiões, seitas, orientações espirituais, palestras renovadoras, infinitas prateleiras no setor de auto ajuda nas livrarias. Mas o objetivo exato e conciso? Não, meu querido, isso não tem jeito.

E olhando assim parece vão viver, não é? Vão não saber o porquê das coisas.

Tem uma força a qual não temos o menor domínio que embaralha as cartas. Força sem nome que esconde umas peças do quebra-cabeça que estão faltando. É uma força invisível e muitas das vezes injusta que nos bane. Que nos põe no fim da fila quando achamos que quase estamos chegando lá. É a contradição da luta, da labuta, da insistência.

As perdas sem explicação, o cansaço ao redor dos olhos e nos ombros. O mau jeito com o ‘não’ que recebemos sem ao menos saber porquê. É ter que simplesmente recomeçar. Refazer. Renascer. Porque de um dia para o outro você perde amor e amigo e tem que aprender a caminhar sem. Porque num belo dia você não tem mais seu emprego. Porque seu carro foi levado pela chuva. Quem diria? Que alguém te roubou tudo que tinha.

Apenas acontece.

É daí que acontece o que gosto de chamar de um dos mais bonitos milagres humanos. Uma mesma força, em maior proporção que a primeira, simplesmente chega. É a força da Fé. Não é religião, não é feitiço. Não é permuta de dinheiro e benção. É fé que todo mundo tem dentro de si e vem como vulcão adormecido que desperta lavando tudo por dentro. Fé que nos dá força de levantar do arraso, de dar as costas pro descaso e acreditar. Acreditar no que não vemos, no que não sabemos,mas acreditar que vai dar certo.

É disso que todos somos feitos. De recolher, se reerguer, acreditar e ir. E seguir.

Perder a fé é perder seus remos em alto mar. Não faça isso. Porque sempre dá certo. Pode não estar dando exatamente agora, mas aquela força está se armando. Está em cada poro, em cada respiração, em cada sorriso. Está na oração, na meditação, em seus mantras, em suas músicas. Está no corpo da natureza que nos garante que tudo é renovável. Que tudo é além disso. Que podemos!

Podemos não saber exatamente o objetivo das coisas. Mas a fé nos impulsiona a crer que o acaso não existe. Que tem razões certas para o que vivemos e que se agirmos bem, sempre será para nossa melhoria.

Não precisa ter medo de mudanças. Elas irão acontecer independente de sua vontade. Esconder-se atrás da cortina ou embaixo da cama só fará com que não veja o novo. É preciso muitas das vezes esvaziar as mãos para encher do novo. Solte, esvazie. Confie. Tenha fé!

Tenha fé na vida, tenha fé em Deus, tenha fé no humano. Por favor, tenha fé no amor.

Tenha fé em você!

Beijos e muita luz a todos!

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Hoje é o Dia Mundial da Boa Ação! Já fez a sua?

Vocês conhecem A Corrente do Bem?

Corrente do Bem é um movimento com a proposta de conscientizar as pessoas de que boas ações se fazem no dia a dia. Pode ser no quintal de casa, entre amigos, para desconhecidos que cruzam o seu caminho, no trabalho, na escola, na hora do almoço e até pela internet; é só fazer

A proposta é inspirada no filme e no livro de mesmo nome, no qual o protagonista ensina que se você fizer boas ações para três pessoas e essas replicarem para outras três, é possível gerar um grande impacto de acordo com uma escala matemática básica.

E hoje é o Dia Mundial da Boa Ação! 

Dia de celebrarmos a generosidade, a gentileza, o amor, a compaixão, a proatividade e tudo mais que vier no “pacote do bem”! O que faz a diferença no mundo são as suas ações, então por que não praticar o que de melhor está ao seu alcance?

E para celebrar este dia, a corrente está nas ruas, não só no Brasil, mas também em outros 47 países, mostrando que boas ações são simples, rápidas, divertidas e têm um enorme potencial de transformar a sociedade. Uma equipe voluntária composta por empresas e profissionais se formou em torno do Dia Mundial da Boa Ação. São pessoas que estão doando tempo e expertise em prol da proposta de disseminar uma prática simples e transformadora – mobilizar cidadãos a incluir ações de gentileza e generosidade no cotidiano.

Faça a sua parte, faça a sua boa ação de hoje e lembre-se de fazê-la nós próximos dias também!

Você pode saber mais sobre as ações da Corrente do Bem clicando aqui.

Beijos e até a próxima!

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E continuamos mandando lembranças ao Bom Senso!

Vivemos em um País onde a grande massa vota mal. Não por total culpa deles, mas por manipulação vergonhosa de políticos. Vivemos em um País com pouco subsídio governamental. Onde professores ganham infinitamente menos que deputados.

Onde um jogador de futebol é bilionário por seus dribles e um médico que salva muitas vidas em tempo record fica no anonimato, ganhando – depois de ter investido mais de 10 anos de estudo e empenho – uma mísera parcela do que realmente merece.

Um país que investe milhões para sediar uma Copa enquanto gente vende os próprios filhos para ter o que comer. Que não tem água, nem saneamento.

Amo o Brasil. Não trocaria minha nacionalidade por nada nesse mundo. Discordo das desconexidades que vemos, do abuso da ignorância, da super exposição do Carnaval sombreando as séries de dificuldades alarmantes. Discordo de um punhado de coisas. Mas tenho muito apreço e respeito por esse povo, que apesar dos pesares, vive batalhando. Que sobe e desce morro, que paga imposto suado, que levanta as 4:00h da matina para trabalhar e vê filho crescendo enquanto ele dorme. Que precisa de 4 conduções para se locomover e, durante algumas horas, fica em pé e apertado para defender o ganha-pão do mês. Essa gente toda que dá estudo que não teve para filho. Que acredita na verdade, na honestidade. Essa gente que não tem lazer de viagem de avião, de resorts, de visitar exposições. A grande massa tem como seu maior prazer a TV. Programas que o fazem rir e descontrair.

A liberdade de expressão que temos em função da Democracia, me permite expor o que eu acho dentro dos limites de bom senso e educação. 

Acredito que nós (e as pessoas que tem como hábito divertimento televisivo), temos por DIREITO o respeito de quem faz esses programas. Precisamos de qualidade, de humor, mas humor inteligente!

O que é o Pânico na TV? Eu assisti esse programa duas vezes para nunca mais. Acho um show de horrores apelativo. Banalidade sem fim. Triste. Respeito, claro, quem gosta. Viva a democracia, afinal. Eu, no entanto, não consigo coincidir minha inteligência com tanta sandice.

E ontem, lendo umas matérias na net, li uma carta aberta que Wagner Moura escreveu sobre o Pânico na TV.

Wagner Moura é um sujeito que admiro, meu ator favorito, que trabalha MUITO e muito bem em tudo que se empenha. Um brasileiro batalhador tanto quanto nós. Que estuda para aprimorar-se, que é pai de uma linda família. Por essas e outras, vou publicar aqui na íntegra a carta que ele escreveu. Não é uma carta recente, faz um tempinho até… O problema é que desde então as coisas só pioraram… Até quando? Por quanto tempo isso vai piorar? O que mais eles farão pelo desespero da audiência?

Divulguem se puderem. Porque tolerar um País com tantos problemas já é difícil e piora muito quando fechamos os olhos para falta de bom senso que as coisas estão tomando, para a falta de limite e respeito!

A Carta:

“Quando estava saindo da cerimônia de entrega do prêmio APCA, há duas semanas em São Paulo, fui abordado por um rapaz meio abobalhado. Ele disse que me amava, chegou a me dar um beijo no rosto e pediu uma entrevista para seu programa de TV no interior. Mesmo estando com o táxi de porta aberta me esperando, achei que seria rude sair andando e negar a entrevista, que de alguma forma poderia ajudar o cara, sei lá, eu sou da época da gentileza, do muito obrigado e do por favor, acredito no ser humano e ainda sou canceriano e baiano, ou seja, um babaca total. Ele me perguntou uma ou duas bobagens, e eu respondi, quando, de repente, apareceu outro apresentador do programa com a mão melecada de gel, passou na minha cabeça e ficou olhando para a câmera rindo. Foi tão surreal que no começo eu não acreditei, depois fui percebendo que estava fazendo parte de um programa de TV, desses que sacaneiam as pessoas. Na hora eu pensei, como qualquer homem que sofre uma agressão, em enfiar a porrada no garoto, mas imediatamente entendi que era isso mesmo que ele queria, e aí bateu uma profunda tristeza com a condição humana, e tudo que consegui foi suspirar algo tipo ‘que coisa horrível’ (o horror, o horror), virar as costas e entrar no carro. Mesmo assim fui perseguido por eles. Não satisfeito, o rapaz abriu a porta do táxi depois que eu entrei, eu tentei fechar de novo, e ele colocou a perna, uma coisa horrorosa, violenta mesmo. Tive vontade de dizer: cara, cê tá louco, me respeita, eu sou um pai de família! Mas fiquei quieto, tipo assalto, em que reagir é pior.

O táxi foi embora. No caminho, eu pensava no fundo do poço em que chegamos. Meu Deus, será que alguém realmente acha que jogar meleca nos outros é engraçado? Qual será o próximo passo? Tacar cocô nas pessoas? Atingir os incautos com pedaços de pau para o deleite sorridente do telespectador? Compartilho minha indignação porque sei que ela diz respeito a muitos; pessoas públicas ou anônimas, que não compactuam com esse circo de horrores que faz, por exemplo, com que uma emissora de TV passe o dia INTEIRO mostrando imagens da menina Isabella. Estamos nos bestializando, nos idiotizando. O que vai na cabeça de um sujeito que tem como profissão jogar meleca nos outros? É a espetacularização da babaquice. Amigos, a mediocridade é amiga da barbárie! E a coisa tá feia.

Digo isso com a consciência de quem nunca jogou o jogo bobo da celebridade. Não sou celebridade de nada, sou ator. Entendo que apareço na TV das pessoas e gosto quando alguém vem dizer que curte meu trabalho, assim como deve gostar o jornalista, o médico ou o carpinteiro que ouve um elogio. Gosto de ser conhecido pelo que faço, mas não suporto falta de educação. O preço da fama? Não engulo essa. Tive pai e mãe. Tinham pais esses paparazzi que mataram a princesa Diana? É jornalismo isso? Aliás, dá para ter respeito por um sujeito que fica escondido atrás de uma árvore para fotografar uma criança no parquinho? Dois deles perseguiram uma amiga atriz, grávida de oito meses, por dois quarteirões. Ela passou mal, e os caras continuaram fotografando. Perseguir uma grávida? Ah, mas tá reclamando de quê? Não é famoso? Então agüenta! O que que é isso, gente? Du Moscovis e Lázaro (Ramos) também já escreveram sobre o assunto, e eu acho que tem, sim, que haver alguma reação por parte dos que não estão a fim de alimentar essa palhaçada. Existe, sim, gente inteligente que não dá a mínima para as fofocas das revistas e as baixarias dos programas de TV. Existe, sim, gente que tem outros valores, como meus amigos do MHuD (Movimento Humanos Direitos), que estão preocupados é em combater o trabalho escravo, a prostituição infantil, a violência agrária, os grandes latifúndios, o aquecimento global e a corrupção. Fazer algo de útil com essa vida efêmera, sem nunca abrir mão do bom humor. Há, sim, gente que pensa diferente. E exigimos, no mínimo, não sermos melecados.

No dia seguinte, o rapaz do programa mandou um e-mail para o escritório que me agencia se desculpando por, segundo suas palavras, a ‘cagada’ que havia feito. Isso naturalmente não o impediu de colocar a cagada no ar. Afinal de contas, vai dar mais audiência. E contra a audiência não há argumentos. Será?”

Beijos e muita luz a todos!

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Pantene Pro V – 3 minutos milagrosos!

Mais uma dica da sessão Palavra de Ordem: Praticidade:

3 minutos milagrosos…

É o tempo que a ampola de tratamento Pantene Pro V estima tratar seu cabelo danificado há meses… E faz bem feito!

No último mês usei a ampola de tratamento semanalmente e logo no início notei a diferença nos meus fios. Os danos do calor do secador, a química da pintura, do alisamento e tudo mais que usamos para deixar os cabelos mais bonitos – e que infelizmente produzem efeitos colaterais – podem ser diminuídos com a hidratação intensiva oferecida pela Pantene.

Está aí uma ótima dica para quem não tem disponibilidade para hidratar frequentemente seus cabelos no salão e não abre mão de manter os fios saudavelmente bonitos!

Alguém mais conhece esse produto? Quem já testou, conta pra gente o que achou!

Até a próxima!

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Dica de viagem: Pouso do Cajaíba – RJ

Eu vi as fotos de Pouso do Cajaíba – RJ há mais ou menos uns 3 anos atrás. Fiquei alucinada com aquela imensidão paradisíaca e me prometi por os pés lá tão logo a oportunidade surgisse. E veio.

Nunca fui adepta a acampamentos. Gosto de lençóis fresquinhos, banho quente, acordar depois das 7 horas da manhã sem o sol me derretendo. Mas, não tive muita escolha e apostei que o lugar valia a quebra de protocolo de conforto em viagem.

Embarquei na trip na quinta à noite (05/04/2012) com uma excursão de ônibus lotado e minhas amigas desacreditando que eu estava lá. Eu, duas malas e meus dois chapéus. Porque posso encarar a pose de roots,mas ainda sou fina! rsrs.

Pegamos um barco em Paraty-Mirim para fazer a travessia até Pouso do Cajaíba, que fica dentro de uma região totalmente preservada pela Reserva Ecológica da Juatinga. Durante 1:40 min de travessia, vi as melhores paisagens e golfinhos na água. Estava chegando mesmo no Paraíso!

Pouso é uma vila de pescadores sem energia elétrica, que toca o dia a dia a base de geradores, velas e gelo. Inenarrável quando desembarcamos. Toda a viagem começou a fazer sentido na hora que coloquei os pés naquela areia grossa banhada pela água mais transparente e calma que já vi.

Os habitantes do lugar são gente de sorriso fácil, receptiva, simples e que confia em quem mal conhece. Imagine que no primeiro dia com uma nota de R$ 50,00 na mão fui pedir uma cerveja num pequeno ‘restaurante’ improvisado e a Regiane (que perguntei o nome na sequência) me disse:

– Não tenho troco. Faça assim, vou anotar seu nome na caderneta, você come e bebe o que quiser e no domingo você ‘me’ acerta.

Esqueci por um momento do que nós, gente do concreto, somos feitos. Não confiamos nem na sombra. A minha amada São Paulo, infelizmente nos enrijeceu um pouco. E lá, lá as pessoas não tinham computador, nem telefone em casa, nem celulares caros e andavam descalças. Mas tinham confiança e abraços pra distribuir.

Me emocionei com menino de 7 ou 10 anos que ajudava os pais na pesca pra nos dar peixe fresquinho. Que jogava âncora no mar pra turista descer. Toda aquela gente linda de pele queimada de sol e cabelo dourado, nos oferecendo sua melhor amizade.

E nesse clima me apaixonei por cada centímetro daquele lugar. Fizemos forró à noite e sem iluminação elétrica nenhuma, a luz da lua deixava tudo que estava abaixo dela claro. Todo céu pintado de estrela. O som era de felicidade, triângulo de forró e água batendo em pedra.

Conheci muita gente que nos acompanhou na excursão que dividiu goró, piada, carinho, amizade e que como eu, deixou todos os problemas aqui em Sampa. Por três dias brincamos de um faz-de-conta eterno e todos retendo o tempo o quanto podia, querendo saber de todo lugar, divertir-se e brindar a boa sorte de estarmos lá.

Uma menininha nativa de 2 anos, durante um passeio que fiz à praia vizinha “Praia Grande de Cajaíba”, me agarrou e num abraço sincero disse: “Você vai não! Você fica aqui, tá?” Eu gargalhei e retribui o abraço o mais forte que pude para lembrar dela quando estivesse aqui.

Estou saudosa, querendo voltar, com gostinho de sonho que é cortado pela metade. Mas valeu muito à pena e deixo a dica mais que registrada. Assim que puderem, vão conhecer esse paraíso! Pouso do Cajaíba é um dos lugares mais lindos que já vi em toda minha vida!

Beijos e muita luz,

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DIY: Sapatos com glitter multicolorido

Vocês se lembram do vídeo que postei aqui, falando sobre customização de sapatos com glitter? Comentei que ía postar pra vocês quando fizesse, né? E aqui estou eu, porque a tentativa deu SUPER CERTO!! 😉

Esse feriado eu e uma amiga (a Júlia) piramos nos sapatos de glitter multicoloridos que vimos pela net e resolvemos arriscar. Fomos atrás de todo o material e de sapatos de ‘camurça’ e colocamos a mão na massa:

Material:

  • 1 sapato (de preferência de camurça, que é um material mais aderente para a cola)
  • em torno de 20 potinhos de glitter
  • cola branca
  • verniz Suvinil Spray Multi-Uso

É muito simples de fazer:

Como o sapato da Jú era bem alto, ela optou por fazer apenas o salto. Eu comprei um baixinho pra poder fazer no sapato todo (Perua, eu? Prefiro me chamar de ousada! rs). Nós amamos tanto os dois, que queremos fazer o inverso agora (eu o alto e ela o baixinho) hehehe…

Além do resultado lindo, é muito gostoso de fazer… Praticamente uma terapia, JURO! Estávamos em galera na casa de um amigo e até os namorados quiseram tentar (e não é que os gatos são prendados? hihi).

E para fechar, uma foto com os new shoes nos pés (o sapato brilha muuuito mais do que parece na foto):

O que acharam? Eu amei fazer meu próprio sapato e quero fazer vários outros agora!!! Se alguém fizer, quero ver como ficou!

Beijos e até a próxima!

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